I actually do...

Sábado, 27 de Setembro de 2008

Soneto de Amor

 

Não me peças palavras, nem baladas,

Nem expressões, nem alma... Abre-me o seio,

Deixa cair as pálpebras pesadas,

E entre os seios me apertes sem receio.

 

Na tua boca sob a minha, ao meio,

Nossas línguas se busquem, desvairadas...

E que os meus flancos nus vibrem no enleio

Das tuas pernas ágeis e delgadas.

 

E em duas bocas uma língua..., - unidos,

Nós trocaremos beijos e gemidos,

Sentindo o nosso sangue misturar-se.

 

Depois... - abre os teus olhos, minha amada!

Enterra-os bem nos meus; não digas nada...

Deixa a Vida exprimir-se sem disfarce!

 

José Régio

seria bom se: (a tapar a boca c insistência)
música: Colbie Caillat - Realize
publicado por Raquel às 23:03
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Ohh agora vai parecer que te ando a plagiar!
Também vou pôr este poema, só não é já =)

Adoro você coisa linda, meu potezinho de sangria =P
ana_s a 7 de Outubro de 2008 às 21:48


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